Mostrar mensagens com a etiqueta poemas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta poemas. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Poesia Rufia

Não há manhã sem amanhecer,
Todo o vento traz o que nós queremos,
Não há noite sem anoitecer,
De uma grande patite nós pedecemos.

Apaga os meus versos,
Reinventa a tua história,
Tenho sonhos perversos,
Neste sítio imundo que é a minha memória.

Apaga o que eu escrevi!
Não, eu estou a falar a sério!
Não abuses de mim,
Apaga sem critério.

Sai daí Valtér,
Está a chover aí fora,
Sarcástico de carácter,
Vem ter à estátua do Samora.

A poesia é um sentimento,
PETER PAN,
No meio das pernas o Valter tem um grande armamento,
Tenho uma fã anã.

Valter és um animal,
A tua bonitez aterroriza as massas,
Foste produzido num bacanal,
Que o que quer que seja que faças
Vais-te sempre dar mal.

Neste dia sinto tudo,
Está-me a bater tudo mal,
Sinto-me surdo mudo,
No jantar faltou-nos o sal.

Fernando Pessoa dá voltas no túmulo,
Com a arte que estamos a escrever,
Os nossos poemas deixam-no fulo
E a Ofélia nem sabia ler.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Poema em prosa

Um dia eu sou nos, quem sabe... porque leve levemente, tu chamas por mim, e o vento não é certamente, pois o poeta é fingidor. Chega a sentia a dor, porque todos nos sentimos, mas quem sabe, de maneira diferente, pela frente e pelas traseiras... da minha casa.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Fadinho

Foi numa noite chuvosa que tu a mim me deixaste, fiquei ai tão chorosa com a carta que me mandastes. Não podia acreditar em tudo aquilo que lia, eram erros e calinadas que eu nada precebia... Lá tive de me esforçar pra tentar-te compreender-te, estavas-me a abandonar. Deus me valha, Deus me valha. E agora o que é que eu faço? o que é que vai ser de mim? Estou praqui abandonada, por ti Manel Jaquim. Fui falar com o bispo, Perguntar-lhe o que é que eu faço. O homem, surdo, deu-me um kispo e para o pescoço, um laço. Voltei para casa raivosa, parecia uma doidivanas, desatei a beber tudo e fui jantar ao Timpanas... Foi lá que escrevi este fadinho, Fado levado da breca, hoje quem o canta muito é a Olinda Marreca. Tu também podes cantar, tu e quem mais quiser, isto quantos mais melhor, Venha Venha quem vier.


Então a minha proposta era, para termos uma inspiração destas, ir jantar ao tal Timpanas. Quem alinha?

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Produção escrita em aula.

Era uma vez, num país longe daqui donde nos encontramos neste exacto momento, uma criança que queria ser feliz, mas não conseguia porque ainda possuía prepúcio. Essa criança, baptizada de Valete Claudica, era um bocadinho triste, no entanto, essa tristeza não se manifestava no seu quotidiano.
Certo dia, Valete Claudica encontrava-se a brincar com as suas pantufas de cabedal, quando a Titis, sua amiga de infância, lhe cortou o prepúcio. Esse foi o dia mais feliz da vida de Valete Claudica. Valete Claudica era agora um rapaz novo e com uma vida inteira pela frente.


Poemas:

Dedicado a Hipólito César:

Oh querido Hipólito César,
Tens um belo orifício,
Fico a noite toda a rezar,
Para teu benefício.

Noite e dia penso em ti,
Mas em dias de chuva,
Penso mais na minha titi,
Porque ela usa uma luva.

Criaste e voltaste a criar,
Crias como nem não queria,
Mas a verdade é que não criaste o mar,
Porque os peixes não voam. E ia…


Dedicado a Manel das Codornizes:

És bacano oh manel,
Bebes vinho e comes disso,
É este o teu farnel,
É isso e pão com chouriço.

Vais à taberna do Zé,
Comer codornizes e beber café,
Quando lá chegas e não há codornizes,
Ficas triste e comes bifezes.

Ao chegar a casa dá porrada na Maria,
Por ser mulher e não estar na cozinha,
Limpar a casa era o que ela queria,
Mas o manel com fome dá-lhe uma na focinha.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Tudo o que como ou mastigo

Tudo o que como ou mastigo
Fica num bolo alimentar.
Mastigando, mastigo o meu castigo
Mas comer não é mastigar.

Que nojo quando vomito
Quando olho para o que comi.
Mas apanho-te em flagrante delito
A circular no red light district.

Um vomito onde boiam lentos
Fragmentos de uma refeição...
Couves ou coca-cola com mentos?
Não sei, mas não é feijão.

João do Carmo

domingo, 14 de outubro de 2007

A Poesia Rufia

O Amador

Ontem fui assaltado,
Pelo Amador
E fui violado
Mas foi com amor,
Porque o amador
Não causou ardor,
Fê-lo devagar
E eu não guardo rancor
Para não me magoar
E não causar dor.

ass: Monfan

Outros

Gosto de Alface
A acompanhar tomate
Mas como com classe
Porque a minha mãe me bate

Eu gosto de Cantarolar
E cantarolo tão descaradamente
Que quando estou a nadar
Chamo-me Felisberto Contente

O João do Carmo é meu amigo
Um amigo que ninguém vê,
Mas quando está comigo
Bebe óleo vegê!

domingo, 5 de agosto de 2007

O Poema do Jacinto

Entrei numa caverna e acendi o brandão
olhei em meu redor e visualizei um espectro
era tão conspícuo que nem assustava
mas mesmo assim resolvi arranjar um homízio.

Depois de me empanar fechei os olhos
resolvi lidar,
lidar de tal maneira que até me doiam os ouvidos
que tinha escondido debaixo do contador.

Sempre fui um rapaz ledo
nunca pensei que tal acontecimento me causasse tanto constrangimento.
Nunca tive pejo,
sempre pleitei pela minha liberdade,
muitas vezes devido a isso fui alvo de opróbrio,
sempre asseverei que um dia conquistaria a minha liberdade.

Toda esta conversa não passa de um imbuste.

Saí dali e fui para a rua.
Entrei na casa da tia, a minha filha tinha bulimia.
Pensas que sou escolar? eu só tento quadrar,
agradar às pessoas que me são validas
tirante a minha filha que é bulimica.

Tenho ascendentes na República Checa,
tento quitar proveito com todo o meu jeito.
Eu sou melhor que os Da Weasel não me tentes enfrentar,
nem Pac Man nem BOSS AC me podem abalar.

Eu sou um estafermo de lingua perra,
matei um alarve lá na minha têrra,
eu não sou de Cacilhas,
só tenho duas filhas e uma delas tem bulimia,
tu tens da mania que és rapper da TV Guia.