sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Confissão

Esta é a página mais fixe deste caderno (ou o post mais fixe deste blogue?), não apenas por ter sido escrita por mim, mas também porque hoje vivi um dos melhores dias da minha vida.
É estranho tentar explicar o que sinto neste momento porque é uma mistura de nervoso miudinho com uma vontade inexplicável de defecar, defecar os problemas da vida para que de alguma forma me sinta mais leve. Sinto que por mais que queira mudar, muito dificilmente o conseguirei fazer em condições.
Sofro de prisão de ventre, é como se tivesse tomado uma caixa inteirinha de Imodium Rapid.
Tudo o que vivi até hoje, teima em não sair, não consigo esquecer o passado, o intestino está estranhamente cheio, terá de sair por algum lado, não conseguirei suster por muito mais tempo tantas vivências. Tenho consciência que muito dificilmente conseguirei continuar a viver se não me libertar destas vivências, mas são demasiado fortes, são duras e sinto uma dor intensa quando me sento e penso nelas.
Vou tomar o laxante da vida, o mais poderoso de todos, antes de padecer sofrerei de uma cólera abismal, mas sei que me libertarei, tenho a certeza que não levarei estas vivências para o além.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Estamos na escola

YES!
Olá, tasse bem? (relatório)
OK, depois falamos mais sobre isto, e melhor.
Ficamos então assim, podendo depois modificar este discurso.

Isto foi ditado pelo estúpido do anónimo do pele.

E eu sou mais BOSS, por isso eu é que escrevi.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Mas o que são os "Rafeiros"

Os cães que não têm raça são os Rafeiros, por isso, Rafeiros são todos os cães que não têm raça. Também no ser humano se poderia usar este termo visto haver pessoas que são cruzamentos entre duas raças, por exemplo, um mulato.
Então se eu sou racista apenas a mulatos, não sou racista porque mulato não é uma raça, é um Rafeiro.
Mas como uma pessoa que é racista a mulatos, continua a ser racista atrevo-me a dizer que Rafeiro é a raça dos que não têm raça, ou seja, é uma raça mas das pessoas que não têm raça.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

domingo, 28 de outubro de 2007

Um dia muito estúpido



Não está aqui com o objectivo de ofender ninguém.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Tudo o que como ou mastigo

Tudo o que como ou mastigo
Fica num bolo alimentar.
Mastigando, mastigo o meu castigo
Mas comer não é mastigar.

Que nojo quando vomito
Quando olho para o que comi.
Mas apanho-te em flagrante delito
A circular no red light district.

Um vomito onde boiam lentos
Fragmentos de uma refeição...
Couves ou coca-cola com mentos?
Não sei, mas não é feijão.

João do Carmo

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

domingo, 14 de outubro de 2007

A Poesia Rufia

O Amador

Ontem fui assaltado,
Pelo Amador
E fui violado
Mas foi com amor,
Porque o amador
Não causou ardor,
Fê-lo devagar
E eu não guardo rancor
Para não me magoar
E não causar dor.

ass: Monfan

Outros

Gosto de Alface
A acompanhar tomate
Mas como com classe
Porque a minha mãe me bate

Eu gosto de Cantarolar
E cantarolo tão descaradamente
Que quando estou a nadar
Chamo-me Felisberto Contente

O João do Carmo é meu amigo
Um amigo que ninguém vê,
Mas quando está comigo
Bebe óleo vegê!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

O Emanuel

O Carlos Emanuel era um rapaz que comia muitas verduras porque a sua mamã lhe tinha dito que as verduras faziam bem, e faziam bem porque além de evitarem o colesterol, tinham poucas calorias o que fazia com que Carlos não tivesse energias e desmaiasse com muita facilidade.
Certo dia, Emanuel (como Carlos era conhecido entre as pessoas da sua raça) decidiu ir plantar um ovo de galinha, porque a galinha dá bons bifes de carne branca e ele gostava de frango assado, a meio caminho de lado nenhum o Emanuel decide voltar para tráz onde encontra uma rapariga estranha que vivia no mato e comia carne crua e peixe. Quando regressava a casa, Emanuel já nada temia, encontrava-se novamente perante a situação que mais temia, encontrar um pássaro a voar com patas arqueadas não era coisa que se visse todos os dias, e como a maioria das pessoas estrangeiras, Emanuel não estava habituado, e não estava habituado por vários motivos, um deles muito interessante, o poderoso e arrebatador encanto grito da natureza. Então Emanuel decide começar por escavar um buraco enquanto punha o ovo previamente descascado a secar ao sol.
Algo lhe dizia que de certo modo alguma trovoada com raios poderosos lhe ia estragar os planos daquele dia, mas Emanuel não se importava porque na sua memória tinha guardado uma gabardine que costumava utilizar nas emergências do dia-à-dia. Quando apareceu o cidadão, Emanuel nem queria acreditar, esperava há imenso tempo por aquele limão, num gesto rápido tirou uma faca do bolso, cortou o limão ao meio e começou a espreme-lo para cima do bife.
As primeiras penas brotaram, uma alegria inexplicavel apoderou-se do corpo de Emanuel, rapidamente uma mulher bêbeda entrou na caverna e começou a proferir palavras sem sentido como se de uma louca se tratasse, Emanuel sabia que não, tinha a certeza que não, a galinha jamais o poderia ter atraiçoado daquela maneira, tudo não passava de um imbuste, felizmente Emanuel tinha guardado uma copia da chave na sua memória com qual abriu o pavilhão... Emanuel não queria acreditar, sentia-se estranho, sentia-se cansado.
Foi então que colheu o seu primeiro frango, estava com demasiada fome para esperar que este amadurecesse e se torna-se numa galinha e além disso não era grande adepto de canja. Emanuel sentou-se na sua secretária, ela reclamou, mas já nada fazia sentido, foi então que disfrutou da mais maravilhosa visão que alguma vez os seus olhos tiveram a alegria de observar - um prato de ovos moles descascados com uma azeitona.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Olha pra esta merda!


Uma fotografia tirada em pleno dia... sim, também fazem estas figuras durante o dia se é isso que querem saber.