sexta-feira, 18 de abril de 2008

Produção escrita em aula.

Era uma vez, num país longe daqui donde nos encontramos neste exacto momento, uma criança que queria ser feliz, mas não conseguia porque ainda possuía prepúcio. Essa criança, baptizada de Valete Claudica, era um bocadinho triste, no entanto, essa tristeza não se manifestava no seu quotidiano.
Certo dia, Valete Claudica encontrava-se a brincar com as suas pantufas de cabedal, quando a Titis, sua amiga de infância, lhe cortou o prepúcio. Esse foi o dia mais feliz da vida de Valete Claudica. Valete Claudica era agora um rapaz novo e com uma vida inteira pela frente.


Poemas:

Dedicado a Hipólito César:

Oh querido Hipólito César,
Tens um belo orifício,
Fico a noite toda a rezar,
Para teu benefício.

Noite e dia penso em ti,
Mas em dias de chuva,
Penso mais na minha titi,
Porque ela usa uma luva.

Criaste e voltaste a criar,
Crias como nem não queria,
Mas a verdade é que não criaste o mar,
Porque os peixes não voam. E ia…


Dedicado a Manel das Codornizes:

És bacano oh manel,
Bebes vinho e comes disso,
É este o teu farnel,
É isso e pão com chouriço.

Vais à taberna do Zé,
Comer codornizes e beber café,
Quando lá chegas e não há codornizes,
Ficas triste e comes bifezes.

Ao chegar a casa dá porrada na Maria,
Por ser mulher e não estar na cozinha,
Limpar a casa era o que ela queria,
Mas o manel com fome dá-lhe uma na focinha.

4 comentários:

Anónimo disse...

loooololololololololo valete claudica esse nome não me é estranho

Anónimo disse...

lollooollloollolololoooollololol?

Anónimo disse...

loooololololololololo=entusiasmo

TV de Plasma disse...

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